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RARAS - Rede Nacional de Doenças Raras

O Atlas Brasileiro Online de Doenças Raras é um serviço da Rede Nacional de Doenças Raras. Ele foi criado para disseminar informações sobre epidemiologia, quadro clínico, recursos diagnósticos e terapêuticos usados, e custos relacionados a doenças raras de origem genética e não genética no Brasil.

40

Centros de
coleta

65

Pesquisadores
 

20727

Registros
coletados

2495

Doenças raras atendidas

Centros Participantes
Legenda
* Os centros em vermelho no mapa possuem mais de uma classificação.
Associação de pacientes

Formulário de cadastro disponível

Este formulário tem como objetivo coletar informações detalhadas sobre a sua associação, permitindo-nos ampliar sua visibilidade e fortalecer sua rede de contatos. Com os dados fornecidos, poderemos divulgar sua atuação no portal e nas redes sociais da Rede RARAS e do INRaras, conectando sua iniciativa a um público mais amplo e potencializando o impacto de suas ações.

Projetos
O projeto
Ampliando conhecimento sobre as doenças raras no Brasil
Rede nacional para doenças raras no Brasil. Coleta de dados e padronização para melhorar o atendimento de pacientes com doenças raras.
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Inquérito
Investigação abrangente no Brasil. Dados nacionais e otimização de recursos.
Investigação abrangente das doenças raras no Brasil, construindo uma base de dados nacional e otimizando recursos para atender às demandas populacionais.
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JAV - Jornada Assistencial de Valor
Avaliação da Jornada Assistencial de Valor para Doenças Raras no Brasil.
Parte da Rede Nacional de Doenças Raras, avalia a jornada assistencial de pacientes com doenças raras no Brasil, focando na eficiência e custo-efetividade.
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Doenças raras

As doenças raras podem ser definidas como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. No Brasil, estima-se que cerca de treze milhões de pessoas possuem alguma doença rara.

Informações gerais sobre doenças raras

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Estatísticas e fatos interessantes

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Classificação e categorização de doenças raras (PNDR)

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Lista de doenças raras

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Pesquisa Científica
Explore o conhecimento, veja os trabalhos científicos publicados pelo projeto RARAS.

Após coletar, armazenar, processar e analisar os dados provenientes do projeto Rede Nacional de Doenças Raras, produzimos e publicamos estudos científicos para revistas e conferências científicas nacionais e internacionais.

Portanto, bem-vindo(a) a nossa lista de publicações. Essas publicações científicas representam um esforço contínuo para o entendimento e a explicação de fenômenos na área das doenças raras.

Esses esforços visam fornecer subsídios úteis e relevantes para a tomada de decisão baseadas em evidências no campo das doenças raras. Corroborando assim para o cumprimento dos objetivos gerais e específicos deste projeto.

Últimas publicações
NEWBORN SCREENING AND THE DIAGNOSIS OF RARE DISEASES: A RETROSPECTIVE STUDY FROM THE BRAZILIAN RARE DISEASES NETWORK

Milke JC , Oliveira BM, Lorea CF, Viegas I, Giusti M, Galera MF , Ferraz VE, Schwartz IVD, Félix TM , RARAS Network Group

INTRODUCTION: The newborn screening (NBS) enables early diagnosis and treatment of several rare diseases (RD). Besides red reflex, hearing and pulse oximetry screening, the Brazilian NBS Program involves a blood spot test, including Phenylketonuria; Congenital hypothyroidism; Cystic fibrosis (CF); Congenital adrenal hyperplasia; Biotinidase deficiency and Sickle cell anemia. Given the limited epidemiological data on RD in Brazil, the Brazilian Rare Diseases Network (RARAS) was established aiming to perform a national survey on RD. OBJECTIVES: To analyze the epidemiological data of RD diagnosed through NBS in Brazil using data from the RARAS network. MATERIALS AND METHODS: Retrospective data of cases with confirmed or suspected RD diagnosis in the RARAS' centers between 2018-2019 were collected using RedCap. All cases diagnosed through NBS were included. RESULTS: Out of 12,530 RARAS records, 900 (7.18%) were diagnosed through NBS. Most were born in the Southeast region (42.38%), were female (66.56%) and admixed (50.59%). The mean age at data collection was 12.97 years (±10.54). Diagnosis was confirmed in 97.71% cases; 2.29% were under investigation. The Brazilian Unified Health System funded most diagnoses (98.27%). The most frequent diagnoses were Phenylketonuria (n=454); Congenital hypothyroidism (n=145) and CF (n=117). When excluding the pathologies from the public NBS Program, the most prevalent disorders were Maple syrup urine disease (n=15), Glucose-6-phosphate dehydrogenase deficiency and Galactosemia (n=5). Familial recurrence rate was 12.20% and consanguinity rate was 11.46%. Hospitalization was reported by 201 (22.89%), with a mean of 2.37 hospitalizations/participant, mainly due to CF. The mortality rate was 0.34%, with aminoacidopathies as the leading cause of death. CONCLUSIONS: The low mortality rate of this population compared to the Brazilian infant mortality rate in 2019 (1.33%), and the reduced hospitalization rate compared to the general RARAS' rate (4.12), underline the importance of early diagnosis through NBS for better outcomes. Furthermore, the higher consanguinity rate compared to the Brazilian (1.60%) and RARAS' rate (6.40%), may be due to the autosomal recessive inheritance of most screened diseases. Data show the importance of early diagnosis of life-threatening disorders that were not diagnosed in the public NBS, highlighting the necessity of expansion of screened disorders in this program.

Bibiana Mello de Oliveira, Mariane Barros Neiva, Isabelle Carvalho, Ida Vanessa Doederlein Schwartz, Domingos Alves, Têmis Maria Félix

Introdução: A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR) classifica as doenças raras (DR) em dois eixos principais: (1) DR de origem genética, incluindo anomalias congênitas e doenças de início tardio; Deficiência Intelectual; e Erros Inatos do Metabolismo; e (2) DR de origem não genética. A Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS) é uma rede composta por mais de 40 instituições que oferecem diagnóstico e tratamento para DR no Brasil, incluindo Serviços de Referência para DR, Serviços de Referência para Triagem Neonatal e Hospitais Universitários distribuídos em todas as regiões brasileiras. Objetivos: Mapear a disponibilidade e distribuição dos procedimentos diagnósticos citados na PNAIPDR na Rede RARAS. Metodologia: Os dados foram coletados por meio de questionário na plataforma RedCap, com 22 questões relacionadas à disponibilidade de procedimentos diagnósticos. Os 37 centros da RARAS receberam o questionário por e-mail no período de agosto/2020 a março/2021. Todas as instituições participantes aprovaram eticamente este projeto. Resultados: Observa-se que 10 dos 37 centros (27,03%) não realizam nenhum tipo de exame (localmente ou terceirizado). Dentre eles, as regiões norte e o centro-oeste se destacam pela indisponibilidade de tais técnicas em mais de 40% das instituições pesquisadas. Dentre as 27 instituições que oferecem algum tipo de exame, 22 (81%) oferecem técnicas citogenéticas convencionais; 22 (81%) testes para erros inatos do metabolismo; 20 (74%) testes moleculares; 11 (41%) hibridação in situ por fluorescência e 5 (18%) oferecem técnicas de diagnóstico pré-natal. O procedimento mais frequentemente realizado localmente é o cariótipo de sangue periférico com técnica de banda (11/27 centros). Por outro lado, a identificação de glicosaminoglicanos urinários por cromatografia em camada delgada, eletroforese e/ou dosagem quantitativa são os exames com maior taxa de terceirização. Conclusões: Observou-se discrepância de oferta dos procedimentos diagnósticos no território brasileiro. Para suprir essa questão detectou-se ampla colaboração entre os serviços, por meio de terceirização de múltiplas técnicas de diagnóstico. Este trabalho ratifica a importância do mapeamento dos serviços que diagnosticam indivíduos com doenças raras para se propor ações de melhor oferta e fluxo desses procedimentos, otimizando recursos do Sistema Único de Saúde.

MARIA TERESINHA DE OLIVEIRA CARDOSO

Guia para condutas frente a Recém-nascido de Risco internados em UTIs Neonatal Seção 7.4,pag :214-223. In: Paulo R. Margotto . Assistência ao Recém-Nascido de Risco .ISBN 85.8799-117-5. 4ªedição ,Brasília 2021

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