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RARAS - Rede Nacional de Doenças Raras

O Atlas Brasileiro Online de Doenças Raras é um serviço da Rede Nacional de Doenças Raras. Ele foi criado para disseminar informações sobre epidemiologia, quadro clínico, recursos diagnósticos e terapêuticos usados, e custos relacionados a doenças raras de origem genética e não genética no Brasil.

40

Centros de
coleta

67

Pesquisadores
 

21385

Registros
coletados

2546

Doenças raras atendidas

Centros Participantes
Legenda
* Os centros em vermelho no mapa possuem mais de uma classificação.
Associação de pacientes

Formulário de cadastro disponível

Este formulário tem como objetivo coletar informações detalhadas sobre a sua associação, permitindo-nos ampliar sua visibilidade e fortalecer sua rede de contatos. Com os dados fornecidos, poderemos divulgar sua atuação no portal e nas redes sociais da Rede RARAS e do INRaras, conectando sua iniciativa a um público mais amplo e potencializando o impacto de suas ações.

Projetos
O projeto
Ampliando conhecimento sobre as doenças raras no Brasil
Rede nacional para doenças raras no Brasil. Coleta de dados e padronização para melhorar o atendimento de pacientes com doenças raras.
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Inquérito
Investigação abrangente no Brasil. Dados nacionais e otimização de recursos.
Investigação abrangente das doenças raras no Brasil, construindo uma base de dados nacional e otimizando recursos para atender às demandas populacionais.
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JAV - Jornada Assistencial de Valor
Avaliação da Jornada Assistencial de Valor para Doenças Raras no Brasil.
Parte da Rede Nacional de Doenças Raras, avalia a jornada assistencial de pacientes com doenças raras no Brasil, focando na eficiência e custo-efetividade.
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Doenças raras

As doenças raras podem ser definidas como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. No Brasil, estima-se que cerca de treze milhões de pessoas possuem alguma doença rara.

Informações gerais sobre doenças raras

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Estatísticas e fatos interessantes

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Classificação e categorização de doenças raras (PNDR)

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Lista de doenças raras

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Pesquisa Científica
Explore o conhecimento, veja os trabalhos científicos publicados pelo projeto RARAS.

Após coletar, armazenar, processar e analisar os dados provenientes do projeto Rede Nacional de Doenças Raras, produzimos e publicamos estudos científicos para revistas e conferências científicas nacionais e internacionais.

Portanto, bem-vindo(a) a nossa lista de publicações. Essas publicações científicas representam um esforço contínuo para o entendimento e a explicação de fenômenos na área das doenças raras.

Esses esforços visam fornecer subsídios úteis e relevantes para a tomada de decisão baseadas em evidências no campo das doenças raras. Corroborando assim para o cumprimento dos objetivos gerais e específicos deste projeto.

Últimas publicações

Bianca de Lima Ribeiro, Carolina de Freitas Souza, Vitória Eduarda Romero, Anna Carolina Gatzk Arruda, Tânia Longo Mazzuco

Este relato de caso foi apresentado no 19º Congresso Paranaense de Clínica Médica em Curitiba - PR, na forma de apresentação em poster. Introdução: A hiperplasia adrenal macronodular bilateral primária (HAMBP) é caracterizada por nódulos adrenocorticais benignos bilaterais com produção aumentada de cortisol independente de ACTH, sendo uma causa rara de síndrome de Cushing (SC) associada à expressão aberrante de receptores adrenais. Motivo da comunicação: Apresentar um caso raro e complexo de HAMBP com hipercortisolismo flutuante, relacionado ao ortostatismo, associado a virilização e infertilidade. Relato do caso: Paciente de 29 anos com amenorreia secundária, hirsutismo grave e histórico de puberdade precoce. Após várias etapas de investigação e manejo clínico, foi identificada hiperplasia adrenal bilateral com hipercortisolismo sensível ao ortostatismo e beta-bloqueadores. Tratamento com adrenalectomia unilateral permitiu a normalização clínica, ciclos ovulatórios regulares e uma gestação aos 39 anos. Discussão: O diagnóstico de SC com padrão flutuante é desafiador, como no caso de hipercortisolismo dependente de receptores aberrantes. Este caso demonstra a importância de abordagens diagnósticas detalhadas para manejo eficaz. Conclusão: O caso ilustra como um diagnóstico e manejo adequados em uma forma rara de hiperplasia adrenal bilateral podem levar à melhora clínica significativa e recuperação da fertilidade.

Adrya Rafaela da Silva Rocha, Luiz Carlos Santana da Silva

INTRODUÇÃO: As doenças raras (DR) são doenças de baixa prevalência na população, cerca de 8 mil doenças raras são conhecidas, sendo 80% delas de origem genética. O número de pessoas no mundo com DR é aproximadamente de 3,5 a 5,9% da população mundial. Os dados epidemiológicos para DR no Brasil são escassos, assim como no estado do Pará, prejudicando entender as reais demandas de todo sistema que engloba o cuidado com as DR, os serviços, diagnóstico, tratamento e acompanhamento. OBJETIVO: Analisar os dados clínicos e epidemiológicos de pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de doença rara que participaram da coleta retrospectiva do inquérito da Rede nAcional de doenças raRAS (RARAS) realizada em um hospital universitário no estado do Pará entre 2018 e 2019. METODOLOGIA: A partir dos resultados, foi realizada coleta de 446 pacientes, sendo 47,7% sexo feminino e 52,2% sexo masculino, grande maioria residente do município de Belém, com grande fluxo vindo de outras regiões do estado. RESULTADOS: A maioria, 48,9% % possuem suspeita clínica, seguido 42% com diagnóstico confirmado, com testes moleculares (54,5%) sendo o mais utilizado, e o SUS a principal fonte pagadora (35,2%). Destes, apenas 22,4% fazem tratamento com uma medicação ou terapia órfã, outros tratamentos com medicamentos, reabilitações e dietético também são realizados, assim como acompanhamento com diversas especialidades. CONCLUSÃO: Os dados do presente estudo mostram um aspecto do manejo dos pacientes com DR em um SRDR ainda não vista no Estado do Pará, a concepção clínica adotada no HUBFS/UFPA mostrou está de acordo com os estudos semelhantes observados em outros serviços do Brasil. No entanto, a carência de informações sobre DR no estado do Pará, contribui para que a política das DR encontre dificuldade para penetrar nas instituições de saúde, sendo necessário utilizar os dados epidemiológicos para reanalisar estratégias, orçamentos e demandas para as DR.

Ana Mondadori dos Santos, Temis Maria Felix, Carlos Eduardo Steiner

A síndrome de Wiedemann-Steiner (WDSTS - MIM 605130) é determinada geneticamente e caracterizada por hipertricose cubital, baixa estatura, dismorfismos faciais e transtornos do neurodesenvolvimento. De herança autossômica dominante, causada por variantes em heterozigose no gene KMT2A, localizado no cromossomo 11q23. A maioria das casuísticas são de países desenvolvidos e não existe nenhuma casuística nacional. A Rede Brasileira de Doenças Raras é um projeto de pesquisa multicêntrico nacional que versa acerca da epidemiologia, do quadro clínico, dos recursos diagnósticos e terapêuticos empregados e dos custos com doenças raras, financiado pelo CNPq e Ministério da Saúde (DECIT). O Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas é um hospital universitário credenciado como centro de referência em atendimento à população com doenças raras e que integra o projeto da Rede Brasileira. O presente projeto objetiva estudar pacientes com WDSTS registrados na Rede, visando a caracterização clínica e molecular desta condição na população brasileira. Serão analisados aspectos clínicos como descrição fenotípica, em especial facial, para classificar os casos como típicos ou atípicos. Também serão descritos os testes moleculares previamente realizados, para identificação de variantes inéditas e para comparação com dados da literatura internacional, e analise de variantes em relação ao tipo de mutação, localização no gene e, quando possível, se houve ganho ou perda de função. Os pacientes serão levantados dos centros com diagnóstico confirmado da WDSTS e a coleta de dados será feita em formulário semi-estruturado a ser preenchido pelos profissionais responsáveis pelos mesmos, de modo que não haverá contato direto com os pacientes.

Notícias
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