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RARAS - Rede Nacional de Doenças Raras

O Atlas Brasileiro Online de Doenças Raras é um serviço proveniente da Rede Nacional de Doenças Raras. Este portal foi desenvolvido para disseminar informações do inquérito de representatividade nacional acerca da epidemiologia, quadro clínico, recursos diagnósticos e terapêuticos empregados e custos com doenças raras de origem genética e não genética no Brasil, além de outras informações e conhecimentos relevantes que envolvem o domínio de doenças raras.

44

Centros de
coleta

58

Pesquisadores
 

19112

Registros
coletados

1837

Doenças raras atendidas

Centros participantes

Legenda
Serviços de Referência em Doenças Raras
Serviços de Referência em Triagem Neonatal
Hospitais Universitários

Projetos

O projeto
Ampliando conhecimento sobre as doenças raras no Brasil
Rede nacional para doenças raras no Brasil. Coleta de dados e padronização para melhorar o atendimento de pacientes com doenças raras.
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Inquérito
Investigação abrangente no Brasil. Dados nacionais e otimização de recursos.
Investigação abrangente das doenças raras no Brasil, construindo uma base de dados nacional e otimizando recursos para atender às demandas populacionais.
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JAV - Jornada Assistencial de Valor
Avaliação da Jornada Assistencial de Valor para Doenças Raras no Brasil.
Parte da Rede Nacional de Doenças Raras, avalia a jornada assistencial de pacientes com doenças raras no Brasil, focando na eficiência e custo-efetividade.
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Doenças raras

As doenças raras podem ser definidas como aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. São classificadas de acordo com os quatro principais fatores: incidência, raridade, gravidade e diversidade. No Brasil, estima-se que cerca de treze milhões de pessoas possuem alguma doença rara.

Informações gerais sobre doenças raras

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Estatísticas e fatos interessantes

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Classificação e categorização de doenças raras (PNDR)

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Lista de doenças raras

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Pesquisa Científica

Explore o conhecimento, veja os trabalhos científicos publicados pelo projeto RARAS.

Após coletar, armazenar, processar e analisar os dados provenientes do projeto Rede Nacional de Doenças Raras, produzimos e publicamos estudos científicos para revistas e conferências científicas nacionais e internacionais.

Portanto, bem-vindo(a) a nossa lista de publicações. Essas publicações científicas representam um esforço contínuo para o entendimento e a explicação de fenômenos na área das doenças raras.

Esses esforços visam fornecer subsídios úteis e relevantes para a tomada de decisão baseadas em evidências no campo das doenças raras. Corroborando assim para o cumprimento dos objetivos gerais e específicos deste projeto.

Últimas publicações

Marina Teixeira Henriques, Lucca Nogueira Paes Jannuzz, Gabriel Abila Gonçalves, Solange Rodrigues do Valle, Faradiba Sarquis Serpa, Daniel Prado dos Santos, Henrique Sarquis Serpa, Sabrina Macely Souza dos Santos, Dhallya Andressa da Silva Cruz, et al

Introduction: Although it has been said that 'health is priceless', it certainly has its costs. In the last decades, the growing expenditure on health has raised concerns about better management of resources destined for this purpose. Among the factors related to the increase in health costs, changes in morbidity and mortality patterns in contemporary societies are evident, which can be explained by the reduction in infectious and contagious diseases and the increase in chronic degenerative ones. Hereditary Angioedema is a chronic disease that requires regular medical follow-up and treatment. The aim of this study was to evaluate the direct and indirect costs of Hereditary Angioedema with C1 inhibitor deficiency (C1-INH-HAE) treatment in specialized centers in Brazil. Methods: The present study is part of the National Network for Rare Diseases. It has a prospective and retrospective design that aims to understand and measure the Care Value Journey (CVJ) of patients with C1-INH-HAE in Brazil. It was carried out in 116 patients of 7 reference centers. Questionnaires were applied to patients/caregivers, one retrospective and one prospective (v1), containing general data about the patient; diagnosis, treatment, productivity, costs and evolution of the disease. In addition, interviews were conducted with nurses, doctors and administrators allocated in the centers to understand the reality of the resources used within the protocols used for management of C1-INH-HAE in each institution. Results: The most frequently used drug for long-term prophylaxis was oxandrolone [25/116; 21,5%], followed by danazol [14/116; 12.6%] and tranexamic acid [14/116; 12.06%]. The average monthly cost of oxandrolone was US$ 19.94; danazol, US$ 24.05 and tranexamic acid, US$ 8.61. Icatibant Acetate was the most commonly used medication for on demand treatment [14/116; 12.06%], with a mean use of 3 shots every 4 months for each patient. This drug was obtained through lawsuit and the cost per application was US$ 1,416.26. The total cost of this patient's care journey, including medical appointments, exams and medications was US$ 23,391.31 per year. Loss of productivity at work, which is an indirect cost, must also be taken into account in a pharmacoeconomic study. The time spent in a 1-year follow-up of a patient with C1-INH-HAE, taking into account medical appointments and exams, was 372.5 minutes. This time can reflect on absenteeism at work and school. The assessment of productivity loss, assessed using the Work Productivity and Activity Impairment - General Health (WPAI-GH) questionnaire, was answered by 7 caregivers and 87 patients. Of these, 46 patients and 4 caregivers answered that they were employed. The percentage of commitment during work (presenteeism) was 32.4% and the absenteeism (time lost from work) was 17.2%. Conclusion: The direct and indirect costs that patients with C1-INH-HAE have with the treatment of the disease are excessively high considering the socioeconomic level of Brazilian population. More investments in pharmacoeconomic studies are needed to think of strategies that minimize these costs

Amanda Maria Schmidt, Mariane Barros Neiva, Victória Machado Scheibe, Júlia Cordeiro Milke, Mariana Lopes Dos Santos, Lorenzo Longo Makariewicz, Bibiana Mello de Oliveira, Milena Artifon, Têmis Maria Félix

Introdução: As Doenças Raras (DR) acometem até 65 pessoas a cada 100.000 habitantes, segundo a Organização Mundial de Saúde. Apesar de individualmente raras, integram aproximadamente sete mil doenças. No Brasil, são cerca de 13 milhões de pacientes que precisam de atenção e tratamento adequados, em geral providos pelo Sistema Único de Saúde. Desde a instituição da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com DR (portaria 199/2014), o Ministério da Saúde (MS) tem investido em políticas que uniformizam o atendimento, monitoramento e tratamento destes pacientes. De acordo com esta portaria, as DR são classificadas de acordo com o CID-10 (Classificação Internacional de Doenças). A Rede Nacional de Doenças Raras identificou que a classificação utilizada agrupa muitas doenças no mesmo código (CID), dificultando a classificação e o registro de DR. Objetivos: Comparar o uso do CID-10 ao código ORPHA, uma ontologia desenvolvida para a classificação de DR. Metodologia: Utilizou-se a lista de CID-10 referentes a DR determinada pelo MS e foi exportado do Orphanet a relação de doenças com CID-10 relacionados. Por meio de um cruzamento de dados via linguagem Python, determinou-se a relação de ORPHA e CID-10. Resultados: A lista de DR fornecida pelo MS conta com 270 CID-10, sendo que 113 (41,85%) não apresentam código ORPHA e apenas 40 (14,81%) estão associados a este código. Com o cruzamento de dados, observa-se que, apesar das classificações serem feitas pelo CID-10 no MS, o número ORPHA classifica as doenças com mais detalhes e de forma mais compartimentada, já que 117 DR (43,33%) estão associadas a 2600 DR no código ORPHA. Como exemplo, o CID Q87.8 [outras síndromes com malformações congênitas (MC) não especificadas] está relacionado a 422 doenças no código ORPHA; e o CID Q87.0 (síndromes com MC afetando predominantemente o aspecto da face) está associado a 131 códigos ORPHA. Conclusões: O CID é um identificador generalista devido a sua natureza mono-hierárquica. Desta forma, a classificação utilizada pelo MS para DR dificulta o reconhecimento correto das mesmas, já que muitas ficam agrupadas em um único código. É importante que as DR recebam uma classificação adequada, pois tais indicadores poderão contribuir para o reconhecimento da epidemiologia e determinar a alocação de recursos humanos, terapêuticos e diagnósticos no campo das DR.

Gabriella Zanin Fighera, Júlia Cordeiro Milke, Victória Machado Scheibe, Amanda Maria Schmidt, Betânia de Souza Ponce, Antonette El-husny, Angelina Xavier Acosta, Victor Evangelista de Farias Ferraz, Chong Kim, et al.

Introdução: A osteogênese imperfeita (OI) é um grupo de doenças genéticas raras, hereditárias. Dentre os sintomas, fraturas de repetição, fragilidade e deformidades ósseas e baixa estatura são os achados mais comuns. Como a produção de colágeno tipo I em vários tecidos está alterada, indivíduos com OI também apresentam outros sintomas clínicos como dentinogênese imperfeita, esclera azulada, perda auditiva e problemas respiratórios e cardíacos. A incidência é de 1 a cada 20.000 nascidos vivos. Objetivos: Avaliar a epidemiologia, diagnóstico, tratamento e qualidade de vida dos pacientes com OI no contexto da jornada assistencial de valor nos centros participantes da Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS). Métodos: Estudo observacional longitudinal multicêntrico da Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS). Foram incluídos pacientes com OI com acompanhamento nos últimos 12 meses nos centros. Questionários foram aplicados em dois momentos: visita 1 e visita 2 (6 meses após), incluindo questionários de qualidade de vida SF-36, PedsQoL e EQ-5D. O projeto foi aprovado no centro coordenador sob CAAE 33970820.0.1001.5327. Resultados: Foram incluídos 118 pacientes, sendo 62 (52,54%) do sexo feminino (média de idade: 18,06 ±16,44 anos), e 56 (47,46%) do sexo masculino (média de idade: 13,96 ±10,45 anos). O diagnóstico de OI foi realizado em média aos 3,50 anos; e em média 3,13 especialistas foram consultados até a conclusão diagnóstica. Houve relato de recorrência familiar em 46 (50,55%) casos. As dimensões do EQ-5D com maior frequência de problemas moderados a graves foram dor/desconforto (75%); mobilidade (61%) e ansiedade/depressão (56%). O tratamento foi iniciado em média aos 5,28 anos. Os tratamentos mais utilizados foram pamidronato dissódico (29,24%), carbonato de cálcio (19,30%), ácido zoledrônico (12,87%), ibandronato de sódio (7,60%) e colecalciferol (5,26%). Conclusão: Observou-se alta taxa de recorrência familiar e impacto sobre qualidade de vida nos diferentes domínios avaliados. Dados que refletem a realidade nacional dos indivíduos com OI são fundamentais para o planejamento do cuidado e construção de políticas públicas. Há perspectiva de seguimento longitudinal de tais casos.

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