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RARAS - Rede Nacional de Doenças Raras

O Atlas Brasileiro Online de Doenças Raras é um serviço da Rede Nacional de Doenças Raras. Ele foi criado para disseminar informações sobre epidemiologia, quadro clínico, recursos diagnósticos e terapêuticos usados, e custos relacionados a doenças raras de origem genética e não genética no Brasil.

40

Centros de
coleta

65

Pesquisadores
 

20922

Registros
coletados

2511

Doenças raras atendidas

Centros Participantes
Legenda
* Os centros em vermelho no mapa possuem mais de uma classificação.
Associação de pacientes

Formulário de cadastro disponível

Este formulário tem como objetivo coletar informações detalhadas sobre a sua associação, permitindo-nos ampliar sua visibilidade e fortalecer sua rede de contatos. Com os dados fornecidos, poderemos divulgar sua atuação no portal e nas redes sociais da Rede RARAS e do INRaras, conectando sua iniciativa a um público mais amplo e potencializando o impacto de suas ações.

Projetos
O projeto
Ampliando conhecimento sobre as doenças raras no Brasil
Rede nacional para doenças raras no Brasil. Coleta de dados e padronização para melhorar o atendimento de pacientes com doenças raras.
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Inquérito
Investigação abrangente no Brasil. Dados nacionais e otimização de recursos.
Investigação abrangente das doenças raras no Brasil, construindo uma base de dados nacional e otimizando recursos para atender às demandas populacionais.
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JAV - Jornada Assistencial de Valor
Avaliação da Jornada Assistencial de Valor para Doenças Raras no Brasil.
Parte da Rede Nacional de Doenças Raras, avalia a jornada assistencial de pacientes com doenças raras no Brasil, focando na eficiência e custo-efetividade.
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Doenças raras

As doenças raras podem ser definidas como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. No Brasil, estima-se que cerca de treze milhões de pessoas possuem alguma doença rara.

Informações gerais sobre doenças raras

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Estatísticas e fatos interessantes

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Classificação e categorização de doenças raras (PNDR)

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Lista de doenças raras

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Pesquisa Científica
Explore o conhecimento, veja os trabalhos científicos publicados pelo projeto RARAS.

Após coletar, armazenar, processar e analisar os dados provenientes do projeto Rede Nacional de Doenças Raras, produzimos e publicamos estudos científicos para revistas e conferências científicas nacionais e internacionais.

Portanto, bem-vindo(a) a nossa lista de publicações. Essas publicações científicas representam um esforço contínuo para o entendimento e a explicação de fenômenos na área das doenças raras.

Esses esforços visam fornecer subsídios úteis e relevantes para a tomada de decisão baseadas em evidências no campo das doenças raras. Corroborando assim para o cumprimento dos objetivos gerais e específicos deste projeto.

Últimas publicações

GABRIELLA ZANIN FIGHERA, JÚLIA CORDEIRO MILKE, MARIANA LOPES DOS SANTOS, VICTÓRIA MACHADO SCHEIBE, AMANDA MARIA SCHMIDT , BETÂNIA DE SOUZA PONCE, ARTHUR CHEREM NETTO FERNANDES, MILENA ARTIFON, BIBIANA MELLO DE OLIVEIRA , TÊMIS MARIA FÉLIX

Introdução: De acordo com a Organização Mundial de Saúde, é considerada uma doença rara (DR) aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos, sendo 80% delas com causa genética. Essas enfermidades, além de impactarem a vida do indivíduo, geram consequências clínicas, sociais e econômicas no contexto das famílias e da sociedade, como por exemplo o deslocamento para centros de referência. Existem dados limitados sobre a distância percorrida até serviços de referência por pacientes com DR. Objetivos: Conhecer a naturalidade, o local de residência e a distância percorrida pelos pacientes com diagnóstico ou suspeita de DR para atendimento no Serviço de Referência de Doenças Raras (SRDR) no Rio Grande do Sul. Metodologia: Estudo quantitativo e retrospectivo do Projeto Rede Nacional das Doenças Raras (RARAS), com dados do SRDR Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Resultados: Dos 1026 pacientes com DR avaliados no período, 50,4% são do sexo masculino e 49,6%, do sexo feminino. Todos os pacientes nasceram no território brasileiro. Quanto à região de nascimento, a maioria nasceu na região Sul, (991, 96,7%), seguido da região Sudeste (18, 1,8%), Centro-oeste (6, 0,6%), Nordeste (6, 0,6%) e Norte (4, 0,4%). A maioria dos pacientes reside em Porto Alegre e Grande Porto Alegre (56,9%), enquanto somente 2,7% residem em outras unidades federativas, sendo as mais frequentes Santa Catarina (1,5%), Minas Gerais (0,5%) e Mato Grosso (0,2%). A distância média percorrida pelos pacientes do município de residência até o SRDR foi de 137,8±255,4 Km, sendo a maior distância 3.778,7 km (Recife) e a menor 0km (Porto Alegre). Conclusão: Pacientes com DR necessitam de atendimento especializado e multidisciplinar em sua jornada, desde o diagnóstico até o tratamento, sendo esse muitas vezes para toda vida. Apesar de a maioria dos pacientes residirem em Porto Alegre e região metropolitana, observamos um grande fluxo de pacientes de cidades do interior do Rio Grande do Sul e outros estados até a capital Porto Alegre, onde se concentram os profissionais e serviços especializados em DR. Essa distância percorrida muitas vezes interfere na jornada do paciente com DR e dificulta seu diagnóstico ou tratamento, bem como impacta na economia e qualidade de vida de seus cuidadores. Esses dados reforçam a importância de ampliar o acesso e o número de centros especializados em DR no interior do estado e também em outras regiões do país.

NEWBORN SCREENING AND THE DIAGNOSIS OF RARE DISEASES: A RETROSPECTIVE STUDY FROM THE BRAZILIAN RARE DISEASES NETWORK

Milke JC , Oliveira BM, Lorea CF, Viegas I, Giusti M, Galera MF , Ferraz VE, Schwartz IVD, Félix TM , RARAS Network Group

INTRODUCTION: The newborn screening (NBS) enables early diagnosis and treatment of several rare diseases (RD). Besides red reflex, hearing and pulse oximetry screening, the Brazilian NBS Program involves a blood spot test, including Phenylketonuria; Congenital hypothyroidism; Cystic fibrosis (CF); Congenital adrenal hyperplasia; Biotinidase deficiency and Sickle cell anemia. Given the limited epidemiological data on RD in Brazil, the Brazilian Rare Diseases Network (RARAS) was established aiming to perform a national survey on RD. OBJECTIVES: To analyze the epidemiological data of RD diagnosed through NBS in Brazil using data from the RARAS network. MATERIALS AND METHODS: Retrospective data of cases with confirmed or suspected RD diagnosis in the RARAS' centers between 2018-2019 were collected using RedCap. All cases diagnosed through NBS were included. RESULTS: Out of 12,530 RARAS records, 900 (7.18%) were diagnosed through NBS. Most were born in the Southeast region (42.38%), were female (66.56%) and admixed (50.59%). The mean age at data collection was 12.97 years (±10.54). Diagnosis was confirmed in 97.71% cases; 2.29% were under investigation. The Brazilian Unified Health System funded most diagnoses (98.27%). The most frequent diagnoses were Phenylketonuria (n=454); Congenital hypothyroidism (n=145) and CF (n=117). When excluding the pathologies from the public NBS Program, the most prevalent disorders were Maple syrup urine disease (n=15), Glucose-6-phosphate dehydrogenase deficiency and Galactosemia (n=5). Familial recurrence rate was 12.20% and consanguinity rate was 11.46%. Hospitalization was reported by 201 (22.89%), with a mean of 2.37 hospitalizations/participant, mainly due to CF. The mortality rate was 0.34%, with aminoacidopathies as the leading cause of death. CONCLUSIONS: The low mortality rate of this population compared to the Brazilian infant mortality rate in 2019 (1.33%), and the reduced hospitalization rate compared to the general RARAS' rate (4.12), underline the importance of early diagnosis through NBS for better outcomes. Furthermore, the higher consanguinity rate compared to the Brazilian (1.60%) and RARAS' rate (6.40%), may be due to the autosomal recessive inheritance of most screened diseases. Data show the importance of early diagnosis of life-threatening disorders that were not diagnosed in the public NBS, highlighting the necessity of expansion of screened disorders in this program.

Multiple Aneuploidy: First Report of a Patient Presenting with a Karyotype 45,X/48,XXX,+21

Gabriela Roldão Correia Costa, Josep Jorente, Larissa Bretanha Pontes, Nilma Lúcia Viguetti Campos, Antonia Paula Marques-de-Faria, Társis Paiva Vieira, Carlos Eduardo Steiner

Introduction: The dual diagnosis of Down syndrome and Turner syndrome in the same patient was clinically identified in the early 1950s before the development of karyotyping techniques. After that, several authors reported anecdotal patients and/or reviewed series of Down-Turner double aneuploidies due to a regular 46,X,+21 constitution or different combinations of abnormal cell lines. In such cases, the most typical presentation encompasses the female sex, Down syndrome phenotype, and chromosomal mosaicism. Case Presentation: Here we report a female patient presenting with short stature, dysmorphic features, developmental delay, and learning disabilities, whose karyotype revealed a previously undescribed 45,X[47]/48,XXX,+21[3] constitution. Conclusion: This is the first case encompassing these three aneuploidies together and, contrary to most previous reports, exhibiting a predominantly Turner syndrome phenotype associated with developmental delay.

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